Performance & Core Web Vitals

Seu site não está perdendo cliente por preço. Está perdendo por velocidade.

Você paga pra trazer tráfego qualificado todo mês, mas parte dele abandona antes de converter por atrito invisível: imagens pesadas, scripts mal carregados, ferramentas de terceiros que travam o navegador. Mostramos quanto cada décimo de segundo está custando em receita, com a equação aberta no diagnóstico, e otimizamos em camadas até cada release entregar ganho mensurável. Sem promessa de "site mais rápido". Sem checklist genérico.

P75

métrica de campo, não Lighthouse de laboratório

0 a 12

semanas para Core Web Vitals no verde

RUM

monitoramento contínuo, não auditoria pontual

Print de Real User Monitoring com P75 de LCP, INP e CLS no verde após otimização forense

Para a empresa B2B que mede milissegundos como mede receita

SaaS Fintech Indústria Saúde Premium

Sites B2B em produção com Core Web Vitals abaixo do limite do Google

Performance não é QA. É receita.

A diferença entre site rápido em laboratório e site rápido para quem paga a fatura

Lighthouse com pontuação 100 é prova de fábrica. Core Web Vitals do Google é P75 de campo, com rede 3G real, device intermediário real e third-party real. O que define o seu ranking é o segundo, não o primeiro. Otimização séria entrega os dois, mas começa pelo que o Google mede de verdade.

Cada 100ms de LCP custa em torno de 1% de conversão em e-commerce e proporção parecida em B2B. Cada interação acima de 200ms em INP afasta o comprador qualificado. Cada layout shift acima de 0.1 quebra a confiança técnica do visitante. Performance é a métrica de receita mais subestimada do digital B2B.

Enquanto seu concorrente paga para aparecer, você construiu algo que aparece sozinho, e que carrega rápido para quem clica.

Verticais onde performance vira métrica de receita

Os setores onde milissegundo de delay tira lead do funil

Nem todo setor sente performance da mesma forma. Estes são os cinco verticais B2B onde a otimização forense de Core Web Vitals tem retorno mais direto e mais mensurável em receita.

imagem editorial: velocímetro, gráfico de carga, fluxo de render · 4:5

01

Cada 100ms de LCP custa 1% de conversão

SaaS B2B com PLG e free trial

Comprador SaaS técnico abandona página lenta em segundos. Hero pesado, JS de marketing inflado, fonte travada em swap. Cada ms entre clique e demo qualificada é receita perdida.

Plataforma de gestão B2B CRM vertical Software de tesouraria corporativa SaaS de Customer Success Plataforma de analytics

02

Trust + velocidade como sinal YMYL

Fintech B2B regulada

Setor YMYL tem dupla obrigação: performance porque é critério de E-E-A-T e trust porque o comprador testa a velocidade como proxy de seriedade técnica. Lenta = não regulada = não confiável.

BaaS Crédito corporativo Antecipação de recebíveis Plataforma de FIDC Fintech de tesouraria

03

Carregamento de catálogo sem travamento

Indústria com catálogo técnico extenso

Centenas de páginas de produto com datasheet, foto técnica, vídeo de operação. Sem otimização forense de imagem, lazy loading e paginação técnica, o catálogo trava no navegador e some do Google.

Fabricantes de bens de capital Equipamentos de processo químico Componentes técnicos OEM Catálogos de máquinas industriais Instrumentação técnica

04

Tempo entre interesse e marcação

Saúde com agendamento online

Paciente de alto ticket pesquisa procedimento, lê conteúdo, clica em agendar. Se o agendamento online demora 4 segundos para responder ao clique, o paciente desiste. INP em agendamento é métrica de receita direta.

Hospitais com agenda online Clínicas de medicina diagnóstica Redes odontológicas Centros de fertilidade Medicina de longevidade

05

Galeria de empreendimento sem travamento

Imobiliárias e construtoras de alto padrão

Lançamento de alto padrão tem galeria de 40 a 80 imagens em alta. Sem otimização cirúrgica de srcset, AVIF, lazy loading com IntersectionObserver e cache de CDN, a página carrega por minutos e perde leads no mobile.

Lançamentos de alto padrão por bairro Imobiliárias de alto padrão Construtoras com portfólio grande Stands de venda digitais Multilisting de alto padrão

Método 3 Tempos · aplicado à performance

O que entregamos, organizado nos três tempos da performance defensável

Cada frente é entregue como produto técnico mensurável, integrada ao pipeline do seu time interno e documentada em SLO. Sem otimização cosmética, sem chumbamento de Lighthouse para print de pitch, sem ganho que regride na próxima release.

Print de Lighthouse com pontuação 100 em Performance após otimização forense
Lighthouse · 100 em Performance
Print do Chrome UX Report com P75 de LCP, INP e CLS no verde após 30 dias de RUM
CrUX · P75 no verde
Print do dashboard de Lighthouse CI bloqueando deploy com regressão de performance
Lighthouse CI · regressão bloqueada
Tempo Passado T

Diagnóstico forense do que está derrubando o seu site hoje

Antes de otimizar, identificamos a causa raiz. Core Web Vitals ruim não é um sintoma único: é a soma de bloqueios de render, JS pesado, fontes mal servidas, imagens sem srcset, CSS crítico não inline e third-parties brigando pelo main thread.

Auditoria de LCP por elemento renderizado

Identificamos o elemento exato que define o Largest Contentful Paint em cada template do seu site. Geralmente é uma imagem hero mal servida, um web font bloqueante ou uma seção atrasada por JS hidratação.

Auditoria de INP por interação real

Mapeamos as interações que estão ultrapassando 200ms (botões, dropdowns, abertura de modal, navegação por SPA). Quase sempre tem JS sincrônico fazendo trabalho pesado no main thread.

Auditoria de CLS por layout shift

Listamos cada elemento que carrega sem dimensão reservada: imagens sem width/height, fontes que mudam métricas no swap, banners injetados por A/B test, ads de third-party sem container.

Análise de third-parties bloqueando o main thread

Cada pixel de tracking, cada widget de chat, cada player de vídeo embarcado tem custo. Quantificamos quem está cobrando caro e o que dá pra remover, adiar ou substituir.

Real User Monitoring antes da otimização

Setup de coleta de dados de campo (CrUX, RUM próprio) por 14 dias antes da otimização, para que toda melhoria seja medida contra o baseline real dos usuários, não contra o Lighthouse de laboratório.

Tempo Presente T

Otimização cirúrgica das três métricas que o Google realmente usa

Otimização por bloqueio mapeado, não por checklist genérico. Cada milissegundo de ganho documentado, cada decisão técnica revisada contra o impacto em LCP, INP e CLS específicos do seu site.

LCP: imagens, fontes e render path

Conversão para AVIF e WebP com fallback, srcset por breakpoint, preload do hero crítico, font-display swap com fallback ajustado, fontes auto-subset, render path desbloqueado de CSS não crítico.

INP: JS crítico vs JS adiável

Code splitting por rota, JS de terceiros movido para Web Worker quando possível, hidratação parcial em frameworks (React Server Components, Astro Islands), throttle e debounce em handlers pesados, scheduler.yield para tarefas longas.

CLS: dimensão reservada em tudo

Aspect-ratio em imagens e vídeos, min-height em containers de conteúdo carregado, font-size-adjust ou size-adjust para reduzir shift de swap de fonte, skeleton com dimensão exata em vez de spinner.

TTFB e render path do servidor

Cache de página, edge rendering, ISR ou SSG quando aplicável, otimização de queries no banco, compressão Brotli, HTTP/2 push descontinuado substituído por preload tag.

Critical CSS inline

Extração do CSS que renderiza o above-the-fold inline no <head>, com o restante deferido. Bloqueio de render eliminado para o primeiro paint, sem prejudicar layout completo.

Tempo Futuro T

Monitoramento contínuo para que regressão não passe despercebida

Performance não é projeto que termina, é métrica viva. A próxima release pode quebrar o que foi conquistado. Por isso entregamos observabilidade integrada ao pipeline e SLO documentado.

Lighthouse CI no pipeline de deploy

Cada Pull Request roda Lighthouse contra as 5 a 10 páginas críticas. Se LCP, INP ou CLS regridem além de tolerância, o deploy é bloqueado até revisão. Métrica de performance tratada como SLO, não como gráfico decorativo.

Real User Monitoring contínuo

Coleta de dados de campo de todos os visitantes via biblioteca leve (web-vitals.js, SpeedCurve, Calibre, RUM próprio). P75 por device, por região, por rota. Sem isso, você só sabe da regressão quando um cliente reclama.

Performance Budget documentado

Cada template tem orçamento explícito: KB de JS no main bundle, KB de CSS crítico, número de fontes, número de requests de third-party. Mudanças que estouram budget exigem revisão técnica antes de subir.

Painel executivo de performance

Dashboard com P75 de LCP/INP/CLS por device, ranking de páginas mais lentas, evolução semanal e impacto estimado em receita. Para que sócios e direção acompanhem como acompanham qualquer outra métrica de negócio.

Plano de regressão semestral

A cada 6 meses, revisão completa: novos third-parties que entraram, novos templates, mudanças de framework, evolução do CrUX do Google. Performance evolui junto com o site, não fica congelada.

Stack que usamos para diagnóstico e otimização

As ferramentas que sustentam cada decisão técnica

Diagnóstico forense, monitoramento contínuo, otimização cirúrgica e CI de pipeline passam pelo mesmo padrão de ferramentas que os times de performance mais avançados do mundo usam.

01 Diagnóstico forense

Lighthouse PageSpeed Insights WebPageTest Chrome DevTools Chrome UX Report

02 Real User Monitoring

web-vitals.js SpeedCurve Calibre Sentry Performance Datadog RUM

03 Otimização de assets

Squoosh AVIF WebP subfont fontkit imagemin Sharp

04 CI e pipeline

Lighthouse CI GitHub Actions Bundle Analyzer Size Limit Statoscope

05 Edge e cache

Cloudflare Vercel Edge AWS CloudFront Fastly Varnish

Cronograma do projeto

Diagnóstico, otimização e observabilidade contínua em três fases documentadas

Performance defensável é processo. Cada fase tem entregáveis claros, SLO de melhoria definido contra baseline real e go/no-go antes da próxima começar.

01

Fase 01 · semanas 1 a 2

Diagnóstico forense e baseline real

Coleta de dados de campo, identificação dos bloqueios reais por template, baseline contra o qual cada melhoria vai ser medida. Sem essa fase, otimização vira chute técnico.

  • Auditoria completa de LCP, INP e CLS por template crítico (home, serviço, conteúdo, conversão)
  • Setup de Real User Monitoring com 14 dias de coleta antes de qualquer mudança
  • Inventário de third-parties com custo de performance quantificado
  • Relatório executivo com priorização por impacto x esforço
  • Performance Budget proposto e validado com o time interno
02

Fase 02 · semanas 3 a 6

Otimização cirúrgica dos bloqueios identificados

Implementação por sprints, cada melhoria validada contra LCP, INP e CLS específicos do seu site, com release controlado e rollback documentado.

  • Otimização de imagens (AVIF, WebP, srcset, preload de hero) em todos os templates
  • Refatoração de fontes (subset, swap, preload, fallback ajustado)
  • Code splitting, deferred JS e Critical CSS inline
  • Substituição ou adiamento de third-parties identificados como bloqueio
  • Aspect-ratio e dimensão reservada em todo elemento que carrega assincronicamente
03

Fase 03 · semanas 7 a 10

Observabilidade contínua e CI no pipeline

Garantir que o ganho da Fase 02 não regrida na próxima release. Performance vira SLO, não métrica decorativa.

  • Lighthouse CI configurado no pipeline com gates por PR
  • Painel executivo de performance com P75 por device e rota
  • Performance Budget documentado em README do repositório
  • Treinamento do time interno de desenvolvimento e marketing
  • Plano de revisão semestral de performance documentado

Ajuste de expectativa

Para quem este serviço foi desenhado, e para quem não

Carteira limitada exige clareza no fit antes da auditoria. Esta é a linha entre o que aceitamos e o que recusamos com honestidade no primeiro contato.

SIM

Para quem foi desenhado

  • Empresa B2B com faturamento entre R$ 4M e R$ 20M, site em produção que perde conversão por velocidade
  • Proprietário, Diretor de Marketing ou Gerente Comercial que paga paid e quer ver quanto está sendo perdido na velocidade do site
  • Quem já contratou agência que prometeu "site mais rápido" sem mostrar o impacto em receita, e quer ver a equação antes
  • Quem trata velocidade como métrica de negócio (conversão, CAC blended), não como QA opcional
  • Time interno de desenvolvimento (ou agência parceira) capaz de receber e implementar diagnóstico técnico em sprint
NÃO

Para quem não fizemos

  • Site novo ainda em construção (recomendamos Sites Institucionais, com velocidade de fábrica)
  • Quem prefere ouvir promessa de "site mais rápido" a ouvir o método e a equação por trás
  • Empresa sem time de desenvolvimento nem agência parceira para implementar entregas técnicas
  • WordPress legado com 30 plugins onde a única solução real é reestruturar (atacamos no Sites Institucionais)
  • Quem espera consertar velocidade sem mexer em imagens, scripts, fontes ou ferramentas de terceiros pesadas

Investimento

Como funciona o nosso modelo comercial

Pricing fechado por projeto, com escopo definido após auditoria forense. Retainer opcional para observabilidade contínua. Previsível e defensável quando você apresenta aos sócios.

01

Modelo comercial

Projeto fechado mais retainer opcional

Pricing por projeto com escopo definido após auditoria forense. Retainer opcional para monitoramento contínuo, revisão semestral e tratamento de regressões identificadas via RUM.

02

Cronograma típico

6 a 12 semanas por projeto

Tempo varia por escopo: número de templates a otimizar, complexidade do stack atual, profundidade de third-parties a refatorar, integração com pipeline existente.

03

Capacidade trimestral

3 a 5 projetos

Mesma carteira limitada das outras frentes. Garantia de senioridade técnica em cada otimização. Cada proposta exige auditoria forense antes do orçamento final.

Perguntas de quem entende a métrica

As dúvidas reais antes da contratação

As mesmas perguntas que CTO, Head of Growth e Head of Engineering fazem antes de aprovar um projeto de performance sério.

Em quanto tempo eu vejo resultado em receita, não só em métrica técnica?

Primeiras melhorias de velocidade visíveis em 30-60 dias após implementação. Conversão começa a refletir em 60-90 dias, dependendo do volume de tráfego pra ter significância estatística. A auditoria forense da Fase 01 já entrega a projeção financeira aberta antes da proposta: você vê o quanto cada décimo de segundo está custando hoje e o quanto cada otimização vai recuperar. Cada melhoria documentada no relatório do mês, com o impacto medido por escrito.

Vocês fazem auditoria gratuita?

Não. O diagnóstico forense leva tempo técnico real e entrega a projeção financeira aberta (quanto cada décimo de segundo está custando, quais correções têm maior retorno, o que pode ser implementado pelo seu time interno vs o que exige squad). Cobramos como entrega autônoma, com ROI defensável: você sai com o material que justifica internamente o investimento, mesmo que decida não seguir com a Próximo Passo.

Vocês conseguem otimizar sem mudar o framework atual?

Na maioria dos casos, sim. Otimização de imagens, fontes, JS deferred, Critical CSS, third-parties e cache resolve a maior parte dos problemas sem trocar stack. Quando o framework legado é parte estrutural do problema (WordPress com 30 plugins, SPA antiga sem hidratação parcial), abrimos honestamente que reescrever vale mais que otimizar. Decisão é sua.

Lighthouse de laboratório vai sempre estar diferente do que o Google mede de verdade. Vocês trabalham com Lighthouse ou com RUM?

Os dois, com prioridade clara: RUM (Real User Monitoring) é a verdade do que o Google usa para ranking, Lighthouse é a régua controlada para diagnóstico e CI. Toda meta de melhoria é medida contra P75 de RUM em campo, não contra Lighthouse de laboratório. Lighthouse é o termômetro de fábrica; RUM é a temperatura do paciente.

Meu site tem 30 third-parties (pixel, analytics, chat, A/B test). Vocês cortam tudo?

Não. Quantificamos o custo de cada um em LCP, INP e CLS, mapeamos o valor de negócio que cada um entrega e levamos a decisão para a mesa com o seu time de marketing. Geralmente conseguimos remover 20% a 40% do third-party sem perda de função, adiar outros 30% via lazy loading inteligente e substituir 10% por alternativas mais leves. O resto fica, com custo conhecido.

INP substituiu o FID em 2024. Vocês já operam com a métrica nova?

Sim, INP é nossa métrica de prioridade desde antes da troca oficial. INP é mais cruel que FID porque mede toda interação, não só a primeira. Otimização de INP exige refatoração de event handlers, code splitting agressivo, scheduler.yield para tarefas longas e hidratação parcial em SPAs. Cada uma dessas frentes é parte do escopo padrão.

Vocês fazem manutenção depois que está no verde?

Oferecemos retainer opcional para observabilidade contínua, revisão de regressões identificadas via RUM, atualização de third-parties e revisão semestral profunda. Sem retainer, entregamos a documentação e o pipeline configurado para o seu time interno operar; com retainer, operamos junto. Decisão é do cliente, sem amarração.

Mobile e desktop têm prioridades diferentes para vocês?

Mobile sempre prioridade. O Google usa mobile-first indexing desde 2021, e o P75 de Core Web Vitals do mobile é o que define o ranking, não a média ponderada. Em B2B o desktop ainda concentra conversão, mas o ranking que traz o desktop vem do mobile saudável. Atacamos mobile primeiro em todo projeto.

Posso ter Lighthouse 100 e ainda assim Core Web Vitals ruim?

Pode, e acontece frequentemente. Lighthouse é teste de laboratório com rede simulada e CPU emulada; Core Web Vitals do Google é P75 de usuários reais com rede e device variados. Empresa com Lighthouse 100 e Core Web Vitals vermelho no CrUX tem problema de RUM, não de auditoria. Resolvemos os dois, mas o ranking de Google vem do P75 de campo.

Vocês trabalham com sites em frameworks específicos (Next.js, Astro, Nuxt) ou em qualquer stack?

Qualquer stack, com profundidade calibrada. Em frameworks modernos (Next.js, Astro, Nuxt, Remix, SvelteKit) operamos com hidratação parcial, RSC, Islands Architecture, streaming. Em WordPress, otimizamos plugins, queries, cache server-side, Critical CSS e third-parties. Em legados (Drupal, Sitecore, Liferay), focamos em entrega de assets e refatoração de frontend sem tocar no backend.

Quanto custa otimizar performance?

Pricing fechado após auditoria forense. Varia por número de templates críticos, complexidade do stack atual, profundidade de third-parties a refatorar e integração com pipeline existente. Para projetos onde a auditoria identifica solução simples (otimização de imagens + fontes + 3 third-parties), o orçamento é menor; em sites que exigem refatoração arquitetural, maior. Auditoria é a primeira etapa, sempre.

Onde performance conecta

As frentes que costumam integrar no mesmo cliente

Performance saudável é fundação. O canal orgânico vive em cima dela e cresce em outras frentes técnicas conectadas.

Sites Institucionais Quando o passivo de performance vem da fundação técnica e vale reconstruir o site com Core Web Vitals de fábrica. Indexação e Rastreabilidade Performance e Crawl Budget são conectados: site lento gasta mais Crawl Budget e degrada indexação. Operação 3 Tempos Performance operada em integração contínua com SEO técnico, conteúdo e site no mesmo squad. AEO para Respostas Sem performance, a captura de Featured Snippet sofre. CWV é pré-requisito de AEO.

Auditoria forense de Core Web Vitals

Antes da proposta, a auditoria do que está te custando receita.

Diagnóstico de LCP, INP e CLS por template crítico, mapa de bloqueios de render, inventário de third-parties com custo quantificado, baseline de RUM ativado. Sem pitch genérico, sem PDF de quem somos. Auditoria, depois proposta.