Contexto e Diagnóstico
O problema não é o post. É a rede social ser tratada como mural depois de ter virado superfície de busca.
Quase toda empresa que investiu em redes sociais e não viu pipeline chega à mesma conclusão: falta constância.
Só que a constância costuma existir. O calendário roda, o time entrega, o volume está lá. O que não existe é intenção do outro lado. Quase todo esse conteúdo é publicado para o feed, e o feed entrega para quem já segue a empresa. A pessoa que decide a compra ainda não segue ninguém: ela chega pesquisando. E a busca dentro da plataforma é um mecanismo diferente do feed, com critério próprio de relevância, que lê o nome do perfil, a bio, o título, a descrição, a legenda, a transcrição do vídeo e a consistência do que você publicou nos últimos anos.
A causa real é que o perfil nunca foi construído para ser encontrado. Nome de usuário diferente em cada rede (@empresa, @empresa-br, @empresa-oficial) divide a autoridade da marca em três identidades, e nada, do seu lado, está dizendo ao buscador que são a mesma empresa. Vídeo que resolve uma dúvida técnica é publicado com título interno de campanha, e não com a pergunta que o comprador faz. Nada disso está amarrado ao site, então a autoridade de um canal não soma na do outro. E aqui a gente é honesto sobre o que vende: se o seu comprador não pesquisa dentro do TikTok, não vamos vender TikTok. Avaliamos plataforma por plataforma, no diagnóstico, se ela faz sentido para o seu comprador, e é comum a recomendação sair com duas, não com cinco.
É esse o nosso trabalho: mapear o que o seu comprador digita dentro de cada plataforma, reconstruir perfil, nomenclatura e organização do conteúdo para responder essas buscas, e conectar os perfis ao site com marcação técnica, o Schema, que é o código que diz ao Google e às inteligências artificiais que perfil, pessoa e empresa são a mesma entidade. Tudo isso serve a um objetivo só: autoridade nos três canais que decidem hoje, Google, redes sociais e IA.