Perguntas de quem opera LinkedIn como canal sério
As dúvidas reais antes da contratação
As mesmas perguntas que proprietário, Head de Marketing e Gerente Comercial fazem antes de aprovar um retainer de LinkedIn na empresa B2B.
Vocês escrevem em meu nome, ou eu preciso escrever?
Operamos em modelo colaborativo. Conversa semanal de 30 minutos com você captura ângulo, dado e opinião. Nossa equipe estrutura o draft, você revisa, ajusta tom e aprova publicação. A voz é sua, a operação editorial é nossa. Não fazemos ghost-writing sem revisão porque LinkedIn de executivo é entidade de autoridade pessoal, não conteúdo corporativo terceirizado.
Qual a cadência mínima para resultado em LinkedIn?
Duas a três publicações por semana por executivo é o piso para que o algoritmo entenda a frequência e a audiência se consolide. Menos que isso, o investimento dilui no tempo e nada se acumula. Trabalhamos com retainer de mínimo seis meses porque o LinkedIn só rende com cadência contínua, não com sprint.
E se eu não tenho o que dizer, não tenho tese formada?
É exatamente o serviço que entregamos no primeiro mês. Imersão de 2 sessões para extrair a tese que a empresa já tem documentada implícita: a opinião que difere da concorrência, o ângulo técnico autoral, a leitura de mercado própria. Toda empresa B2B séria tem tese, ela só não foi escrita. A gente escreve junto com você no Mês 1.
Vocês operam o meu Sales Navigator?
Sim, com acesso de gerente delegado e protocolo de segurança documentado. Construímos listas de ICP segmentadas, redigimos sequência de toque qualitativa (sem InMail spam, sem template genérico) e medimos taxa de aceite, resposta e reunião. Integração com seu CRM para que cada toque qualifique como atividade comercial.
Como vocês medem ROI de LinkedIn orgânico?
Inbound qualificado rastreado: cada pedido de reunião, cada mensagem direta com intenção comercial, cada conexão de ICP estratégico é tagueada e levada ao CRM com origem LinkedIn identificada. Permite calcular CAC orgânico do canal e justificar o retainer contra paid equivalente. Vaidade de seguidor não conta como métrica primária.
Posso ter três sócios no mesmo contrato?
Até três executivos no mesmo retainer, cada um com linha editorial própria e calendário próprio. Acima de três, a produção colaborativa perde profundidade e o conteúdo vira lista genérica de dicas. Quatro ou mais executivos viram contratos separados, cada um operado com a senioridade que LinkedIn sênior exige.
Vocês fazem reels do LinkedIn? Conteúdo em vídeo?
Sim, quando faz sentido pro ângulo. Vídeo curto funciona muito bem para executivo que tem presença confortável em câmera e mensagem visual forte. Quando o executivo prefere texto ou quando a mensagem é técnica densa, mantemos texto longo, que tem ranking orgânico mais defensável no LinkedIn de hoje. Decisão por executivo, por ângulo, por mês.
E newsletter no LinkedIn? Vale a pena?
Só quando faz sentido. Newsletter exige cadência mínima e audiência crítica para gerar engajamento que justifica o investimento. Ativamos quando o executivo já tem audiência consolidada (3 a 6 meses de cadência) e tese editorial diferenciada. Antes disso, é forçar formato sem maturidade, e vira ativo que não rende.
Publicação em português ou inglês?
Depende do ICP da empresa. Cliente B2B nacional, português. Cliente B2B com componente internacional (LATAM, fintech regional, SaaS com expansão), publicação bilíngue ou perfil duplo com linhas editoriais coordenadas. Estratégia bilíngue exige operação dedicada, com escopo proporcional ao retainer.
Por que não trabalham só com a página corporativa da empresa?
Porque o alcance orgânico de página corporativa no LinkedIn é uma fração do alcance de perfil pessoal de executivo ativo, e a tendência segue piorando ano após ano. Pessoa engaja pessoa. Marca corporativa engaja muito menos. O ativo de autoridade está nos perfis pessoais; a página corporativa é coadjuvante, complementar ao protagonismo dos sócios.